respeite o clássico,entenda o básico e não seja chato,faça sua vida,seja quem deseja ser,e tenha futuro,o mundo lhe aguarda,seja eu,seja você,estamos juntos nessa jornada chamada vida,por isso questione,pois o mundo não e movido de respostas,mais sim de perguntas,e para responde-las esteja sempre sintonizado em VIDA DE MOLEQUE.
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11 de jul. de 2011
Casas doidas
Cenas impossíveis



16 de jun. de 2011
A maior ponte do mundo!
A maior ponte do mundo foi inaugurada na China. É uma coisa gigantesca de 35,72km que começou a ser feita em 2003 e só acabou na terça-feira agora.
12 de jun. de 2011
como é feito o polvilho?
A mandioca é ralada e posta para secar e depois moída.
O que difere o doce do azedo, é que para ser fazer polvilho azedo, deixa a mandioca ralada numa esteira, ate azedar, depois ela é moída. O polvilho doce, tão logo seca, é retirado da esteira.
A mandioca ralada, e depois lavada e a água obtida após secar, o pó obtido ali é a fécula de mandioca.
10 de jun. de 2011
Porque os gatos vivem se lambendo?
Esse é um costume antigo que começou como forma de defesa. No passado, após cada refeição, os gatos lambiam o corpo para tirar restos e cheiros dos alimentos e assim não atrair predadores. Atualmente, esse hábito serve só para a higiene do bichano: as lambidas limpam o corpo pois a língua deles tem cerdas especiais.
De que é feito o isopôr?
Isopor é a marca registrada da empresa alemã Basf para um conjunto de moléculas (polímero) do composto químico estireno, expandido em pequenas bolhas ocas de 0,4 a 2,5 milímetros de diâmetro. Mais de 97 por cento do volume do isopor é constituído de ar. A expansão ocorre pela ação de um agente químico chamado pentano, que aumenta até cinquenta vezes o tamanho inicial pela liberação de vapores.
28 de out. de 2010
dica de blogs
Imagens Lado a Lado, Fazer Colunas nos Gadgets
Postado por Fabiano Roberto às 14:57 4 comentários
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Como surgiu o Google
Google Inc. (NASDAQ: GOOG) é uma multinacional estadunidense de computação em nuvem pública, buscador na Internet e uma corporação de tecnologias de publicidade. O Google hospeda e desenvolve uma série de serviços e produtos baseados na Internet e gera lucro principalmente através da publicidade pelo seu programa AdWords.[3][4] A empresa foi fundada por Larry Page e Sergey Brin, muitas vezes apelidados de "Google Guys",[5][6][7] enquanto os dois estavam frequentando a Universidade de Stanford como Ph.D.s. Foi fundada como uma empresa privada em 4 de setembro de 1998 e sua oferta pública inicial foi realizada em 19 de agosto de 2004. A missão declarada da empresa desde o início foi "organizar a informação mundial e torná-la universalmente acessível e útil"[8] e o slogan oficial da empresa - inventado pelo engenheiro do Google Paul Buchheit - é "Não seja maligno" (em inglês: "Don't be evil").[9][10] Em 2006, a empresa mudou-se para sua atual sede, em Mountain View, Califórnia.
O Google é executado através de mais de um milhão de servidores em data centers ao redor do mundo[11] e processa mais de um bilhão solicitações de pesquisa[12] e vinte petabytes de dados gerados por usuários todos os dias.[13][14][15] O rápido crescimento do Google desde sua incorporação culminou em uma cadeia de outros produtos, aquisições e parcerias que vão além do núcleo inicial como motor de buscas. A empresa oferece softwares de produtividade online, como o software de e-mail Gmail, e ferramentas de redes sociais, incluindo o Orkut e, mais recentemente, o Google Buzz. Os produtos do Google se estendem à área de trabalho, com aplicativos como o navegador Google Chrome, o programa de organização de edição de fotografias Picasa e o aplicativo de mensagens instantâneas Google Talk. Notavelmente, o Google também lidera o desenvolvimento do sistema operacional móvel para smartphones Android, usado em celulares como o Nexus One e o Motorola Droid. O Alexa classifica o Google como o website mais visitado do mundo.[16] O Google também foi classificado pela revista Fortune como o quarto melhor lugar do mundo para se trabalhar[17] e como a marca mais poderosa no mundo pela BrandZ.[18] A posição dominante no mercado dos serviços do Google levou a críticas da sociedade sobre assuntos como privacidade, direitos autorais e censura.[19][20]
quem inventou o labirinto
Reaparecem os Antigos Labirintos
Está a notar-se no Ocidente um grande aumento na construção e utilização de labirintos, em conjunção com o ressurgimento de outras práticas místicas como o Yoga e a Meditação Oriental. Nos Estados Unidos já se construiram mais de 1.000 labirintos em jardins de meditação, centros de retiro, igrejas, hospitais e prisões. A popularidade dos labirintos está tmbém a aumentar na Áfrrica do Sul e em muitos outros píses.
Os labirinos existem há cêrca de 4000 anos e encontram-se em muitas religiões e culturas. Há-os de vários desenhos, sendo os mais populares os de sete e onze circuitos. A palavra “circuito” é usada como descrevendo o número de vezes que o caminho circula à volta do centro. Quando uma pessoa caminha no labirinto, ela anda para tràs e para a frente, rodando 180 graus cada vez que entra num circuito diferente. Afirma-se que, cada vez que a pessoa muda de direcção, também muda a sua consciência do cérebro esquerdo para o direito e vicee-versa. Por êste motivo, atribui-se ao caminhar no labirinto a capacidade de conduzir a estados de receptividde da consciência, que ajudam a equilibrar as chakras da pessoa (os centros psíquicos do corpo).
Há vários tamanhos de labirintos, variando entre
Muitas pessoas cometem o êrro de pensar que um labirinto e uma rede de caminhos são a mesma coisa. As redes têm mais de uma entrada e mais de uma saída, e têm por fim fazer com que a pessoa se perca. Têm também becos sem sída. Com frequência posssuem também paredes ou barreiras para dificultar a visibilidade e assim tornar mais difícil encontrar o caminho certo. Encontrar o caminho numa rede é um jôgo a resolver, e obriga a pessoa a pensar. Produz ansiedade quando tomamos a decisão errada.
Os labirintos têm uma função exactamente oposta: São desenhados para ajudar uma pessoa a encontrar o caminho. Um labirinto possui apenas um caminho, que leva ao centro e que sai de novo. Não tem becos sem saída e portanto não tem por fim resolver um problema, mas sim ser um espelho que nos mostra onde estamos.
Lauren Artress
Uma das pessoas que mais se tem ocupado em reavivar o uso do labirinto é a Dra. Lauren Artress, dignitária da Grace Cathedral, uma igreja episcopal de São Francisco, na Califórnia. Ela levou o uso àquela catedral. E desde então, mais de um milhão de pessoas caminharam já os dois labirintos ali existentes. Imitando êste exemplo, construirram-se posteriormente muitos outros labirintos. Lauren é também fundadora e directora da Veriditas, a Voz do Movimento Labiríntico, e escreveu o livro Caminhando na Estrada Sagrada. Ela afirma que a maior parte das pessoas perdeu a sua consciência espiritual e a ligação consigo mesmas.
Na sua direcção na rede (www.gracecathedral.org) Lauren afirma: “Ninguém sabe quem criou qualquer das formas do labirinto, mas sabemos por experiência que, embebido em cada desenho existe um molde que sobremaneira acalma o nosso profundo íntimo, de modo a podermos escutar a nossa própria sabedoria e a sabedoria tentando chegar até nós. Quer caminhado, quer traçado na areia, o desenho do labirinto constitui um poderoso instrumento para a reflexão, meditação, realinhamento e um mais profundo conhecimento do eu”.
O caminho da vida
Num artigo, O Labirinto: Caminhando na viagem Espiritual (www.lessons4living.com/labyrinth.htm) a nossa viagem espiritual é descrita como segue: “Nós estamos todos no caminho, exactamente onde necesitamos estar. O labirinto é um modêlo do caminho. É um símbolo antigo relaciconado com a plenitude. Êle combina a imagem do circulo e da espiral num caminho sinuoso mas com finalidade. O labirinto representa uma viagem ao nossso próprio centro e de volta ao mundo. Os labirintos há muito tempo que são usados como instrumentos de meditação e de oração. O labirinto é uma metáfora da viagem da vida. É um símbolo que cria um espaço sagrado e que nos leva de fóra do nosso eu para o que está dentro.
Os labirintos e as redes têm sido muitas vezes confundidos. Quando a maior parte das pessoas ouvem àcêrca de um labirinto, pensam numa rede. A rede é como um problema a ser resolvido. Possui, voltas, curvas e caminhos cegos. É obra para o cérebro esquerdo, e necessita actividade lógica, analítica e em sequência para encontrar o caminho certo de entrada e de saída. O labirinto tem apenas um caminho. O caminho de entrada é o caminho de saída. Não tem ruas cegas. O labirinto é obra para o cérebro direito. Combina intuição, criatividade e imgens. Necessita de um estado mental mais passivo. A escolha está em caminhar ou não um caminho espiritual. Ao nível mais baixo, o labirinto é uma metáfora da vigem ao centro do mais íntimo do eu e do regresso ao mundo com uma melhor compreensão daquuilo que somos”.
Num artigo O Sagrado Labirinto – um Instrumento Antigo de Meditação (www.angelfire.com) a unificação final da humanidade é descrita como um dos resultados positivos desta prática. “Os labirintos são verdadeiros lugares sagrados. O próprio desenho é inerentemente poderoso. O espaço e a experiência do caminhar são também muito sagrados e poderosos e ajudam-nos a sentir uma maior Unidade. É um instrumento para pessoas de todas as fés se juntarem para uma experiêencia espiritual comum”.,
A Dra. Lauren Artress aceentua a natureza sagrada da experiência labiríntica ao dizer: -- “De certa maneira, o labirinto é uma igreja sem paredes”.
O conhecido prègador e autor Rick Warren, também se associa a esta prática. Num dos programas para uma conferência de pastores, (conforme publicado na direcção electrónica sôbre a Convenção Nacional de Pastores), Mencionam-se as seguintes actividades:
Às 7,30 – Abertura do labirinto
Das 8,30 às 9,15 – Exercícios matinais de oração contemplativa
Das 8,30 às 9,15 – Ginástica e Yoga
Os labirintos são de origem pagã, mas foram aceites e tornarm-se populares pela Igreja Católica Romana, com total conhecimento da sua aplicação mística. O Senhor comandou a Israel a destruição completa de todos os ídolos e locais de adoração das nações pagãs (Deuteronómio 12:2-3). Ne-nhuma associação com tais práticas era permitida. No entanto, os modernos prègadores protestantes estão a tomar a liberdade de experimentar práticas religiosas duvidosas do Oriente e da enganada Igreja Católica Romana. E ensinam ao mesmo tempo outros a fazer o mesmo. As práticas místicas (ocúlticas) são altamente prejudiciais, pois abrem o caminho ao “anjo da luz” (2 Coríntios 11:14) que assim penetra nos corações e no subconsciente das pessoas para as enganar e confundir com as suas mentiras. O resultado destas influências, é um conceito anti-bíblico de Deus e percepções erradas do que somos, da salvação e de outras religiões.
quem inventou a pipa
Olá!
As pipas nasceram na China antiga. Sabe-se que por volta do ano
No décimo segundo século, na Europa, as crianças já brincavam com pipas. Vale a pena notar também o papel desempenhado pela pipa como aparelho de medição atmosférica. O político e inventor americano Benjamin Franklin utilizou uma pipa para investigar e inventar o Pára-raios. Hoje, a pipa mantém a sua popularidade entre as crianças de todas as culturas.
Espero ter ajudado.
Mais vale lembrar que pipa com cerol é demaiis, mais tb é super perigoso!
Valew!

