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10 de jun de 2011

Pragas do dia a dia!


Pragas:
Devido ao crescimento desordenado das grandes cidades, falta de saneamento básico, falta de programas de conscientização a população e demais problemas que afetam as grandes metrópoles, vivemos hoje em convívio permanente com as pragas urbanas.

Na verdade o grande culpado é o homem, pois acaba invadindo o espaço em que vivem os animais, dentre eles os insetos, roedores, cupins, etc.. Estes espaços invadidos não são devidamente imunizados e a partir daí as nossas residências, as empresas e outras edificações começam a ter a visita indesejável de várias pragas, que podem destruir moveis, transmitir doenças e eliminar venenos nocivos que prejudicam a nossa saúde.

O 1° passo antes de eliminarmos e controlarmos as pragas urbanas é conhecê-las, ou seja, sabermos quem são os nossos inimigos!
Cupins:
Apesar de serem pragas que não transmitem doenças, provocam muitos estragos. Há mais de duas mil espécies de cupins no mundo, sendo que grande parte é benéfica ao homem, pois ajudam a oxigenar a terra e a deixar o solo fértil.
Um pequeno grupo formado por cupins subterrâneos (Coptotermes gestroi) e de madeira seca (Cryptotermes brevis) são os responsáveis pela destruição de elementos que contêm celulose. Os cupins de madeira seca constroem suas colônias no interior da peça.
Geralmente, a eliminação e prevenção requerem tratamentos com o uso de produtos líquidos a base de injeção e pulverização nas madeiras. Já os cupins subterrâneos, não se limitam a atacar somente madeiras. São insetos que possuem grande facilidade de se alojar no interior da estrutura de alvenaria e no subsolo.
Para atingirem a celulose, eles podem atravessar varias barreiras, ultrapassando forros de gesso, paredes de concreto com pequenas fissuras, e em casos mais críticos, tubulações de eletricidade e de telefonia, atacando os fios, podendo causar um curto circuito nas instalações.
 
Ratos:
Embora pareça história de ficção, na prática é travada uma verdadeira guerra contra os ratos. As ratazanas (Rattus norvegicus), ratos de forro (Rattus rattus) e camundongos (Mus muscullus) são animais inteligentes dotados de várias habilidades que permitem sobreviver as mais diversas situações.
Em locais onde há riscos de enchentes, basta uma chuva forte para os ratos invadirem as casas. Os ratos de forro por transitarem e fazerem seus ninhos em locais altos e de difícil acesso são os mais difíceis de serem combatidos. Esta espécie possui grande habilidade em andar sobre fios, muros, galhos de arvores e telhados.
Os roedores podem transmitir varias doenças através de sua urina, saliva e mordedura. Dentre as varias doenças que transmitem, a mais conhecida é a leptospirose. Para combater os ratos, a Osaka utiliza iscas rodenticidas de dose única e disponibiliza uma equipe de técnicos para fazer o controle e a manutenção durante o processo.
 
Baratas:
Em todo o mundo existem aproximadamente 3.500 espécies de baratas, das quais apenas 1% é doméstica. Nos centros urbanos, há duas espécies que se sobressaem devido à resistência as mudanças de temperatura.

As baratas de esgoto (Periplaneta americana) vivem nas galerias e nas tubulações e se alimentam de vários tipos de materiais orgânicos, desde alimentos estragados até animais mortos. As baratas “francesinhas” (Blatella germânica) por serem de pequeno porte se alojam em frestas de paredes e madeiras, como também no interior de conduites. Por não encostarem seu abdômen no solo são mais resistentes aos tratamentos, sendo necessário a localização dos focos para haver maior mortandade do inseto.

As baratas para entrarem na residência utilizam os ralos, tubulações hidráulicas, e por voarem curtas distâncias, penetram através das janelas e dos forros abertos. Elas podem contaminar alimentos, objetos e roupas, pois possuem uma série de bactérias em suas patas. No combate as baratas, a Osaka utiliza desde iscas em forma de géis, sem odores e atóxicas, até produtos líquidos microencapsulados de grande eficácia.
 
INSETOS:
Pulga:
Existem cerca de 2.200 diferentes espécies e subespécies distribuídas por todo planeta (exceto Antártida). As principais espécies conhecidas no meio urbano são: a pulga de origem canina (Ctenocephalides canis), pulga de origem felina (Ctenocephalides felis felis). Temos ainda uma espécie de pulga que tem a sua origem no roedor urbano (Xenopsylla cheopis) que por ter um hospedeiro muito perigoso pode transmitir doenças serias, como por exemplo à peste bubônica e o tifo murino.
O controle da pulga começa com o tratamento do animal, tratando-se então a casa e os locais onde vive e circula o animal, utilizando inseticidas de grande poder residual. Como no 1° tratamento não há a possibilidade da penetração do inseticida nos ovos, é necessário que haja a eclosão dos ovos para que o residual esteja eliminando as larvas, para que dessa forma interrompa o ciclo de vida da pulga. As etapas têm que ser executadas e têm que ser feitas juntas, ou ao menos o animal de estimação deve ser tratado primeiramente.
Outro fator importante para um bom controle contra pulgas é a aspiração dos pisos antes dos tratamentos, eliminando resíduos e poeira que interferem na penetração do inseticida, assim ovos e larvas para impedir o ciclo de vida da pulga.
 
Formiga:
As formigas são insetos sociais que vivem juntos em colônias. Pertencem à ordem Hymenoptera, mesmo grupo em que se encontram as vespas e abelhas. No entanto todas as formigas estão agrupadas em uma única família, a família Formicidae.
Apesar de pertencerem a mesma família, no meio urbano encontramos formigas de hábitos caseiros, que constroem seus ninhos dentro das residências, algumas conhecidas como “Fantasma” ( Tapinoma melanocephalum), “Faraó” (Monomorium pharaonis) e formigas que penetram em residências, mas constroem seus ninhos fora dela, conhecidas como formigas de jardim ou cortadeiras. Estas formigas podem construir seus ninhos sobre a terra ou subterrâneo.
Algumas dessas formigas são conhecidas como saúvas, carpinteiras, lavapés, entre outras. As formigas de hábitos caseiros, por serem muito pequenas podem se alojar no interior de conduites e frestas da alvenaria e madeiras. Podem ser portadoras de vírus e bactérias provenientes de lixos hospitalares e áreas de UTI. As formigas que constroem seus ninhos fora da residência, causam grande destruição as plantações e jardins. Algumas espécies são xilófagas, ou seja, apesar de não serem cupins, podem consumir madeiras. Dependendo do tamanho da colônia, as formigas que constroem seus ninhos subterrâneos são capazes de criar problemas sérios de erosão, podendo criar problemas de desmoronamento em edificações e estradas.
 
Aranha:
As aranhas são o maior grupo dos aracnídeos, grupo que também compreende os ácaros, carrapatos e escorpiões. Existem aproximadamente 35.000 espécies de aranhas no mundo. Elas são muito importantes no ecossistema pois são predadoras capazes de regular a população de outros artrópodes, principalmente insetos, que quando em grande numero, podem se tornar pragas. Podemos dividir as aranhas em dois grandes grupos de acordo com a posição das queliceras e a direção que os ferroes se abrem e fecham: as da subordem Labidognatha, “aranhas verdadeiras”, picam de fora para dentro, isto é, picam horizontalmente. Estas aranhas são as mais perigosas e ocasionam acidentes mais graves.Exemplo: Viúva Negra ( Latrodectus), Aranha Marrom ( Loxosceles), Aranha Armadeira ( Phoneutria), Aranha de Jardim ou Tarântula (Lycosa). Através de suas picadas algumas espécies de aranhas podem ocasionar acidentes graves, principalmente em crianças. As aranhas da subordem Ortognatia são as Caranguejeiras, picam horizontalmente, porem de cima para baixo. Estas ultimas não são consideradas aranhas perigosas.
Escorpião:
Atualmente são conhecidas cerca de 1.400 espécies de escorpiões distribuídas pelo mundo com a exceção da Antártida. No Brasil as espécies mais importantes conhecidas em Saúde Publica pertencem ao gênero Tityus serrulatus ( escorpião amarelo ) e Tityus bahiensis ( escorpião preto ).
A picada do escorpião amarelo em crianças pode ocasionar um estado clinico grave levando até a morte, entretanto a picada do escorpião preto apesar de ser dolorosa dificilmente ocasiona a morte da vitima. Comumente encontramos escorpiões sob pedras , entulhos, jardins, porões, terrenos baldios, redes de esgoto e em cemitério, devido às infestações de baratas. È possível encontrarmos também escorpiões em locais úmidos embaixo de assoalhos ou outros tipos de pisos. Nas áreas que fornecem condições para a proliferação de escorpiões, é importante não acumular materiais, restos de construção, lenhas, ou qualquer outro tipo de madeira.
Em residências localizadas em áreas rurais é aconselhável sacudir roupas e sapatos antes de utilizá-los. Para os tratamentos de controle de escorpiões é aconselhável a utilização de inseticidas que não irritem, para não haver o desalojamento para outras áreas, dificultando o trabalho. Também é importante a realização do controle de baratas, principal fonte de alimentação dos escorpiões.
 

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